No Santinho, inscrições rupestres despertam a curiosidade de turistas e moradores

Foto: Divulgação

Inscrições rupestres nas rochas do morro do Santinho, próximo ao resort Costão do Santinho, despertam a curiosidade de 70 mil pessoas por ano. Esta é a estimativa de visitantes anuais no museu ao ar livre. As marcas de povos passados estão encravadas na pedra, sob vigilância constante e manutenção do hotel. Especula-se que elas estejam grafadas possivelmente entre 1 mil e 4 mil anos atrás. As inscrições rupestres ou petróglifos são expressões gráficas marcadas em superfícies rochosas, quase sempre em lugares elevados como costões, penhascos e paredões. 

Foto: Divulgação

Com manutenção e cuidados constantes, o local é chamado de “praça do conhecimento”. Nos locais, encontram-se murais com informações sobre as inscrições. No costão Norte encontram-se 2 sítios arqueológicos um à 200 metros da praia e outro à 800 metros, com acesso mais difícil. Normalmente as representações são de figuras antropomorfas, conjunto de linhas retas, onduladas, ou ziguezagueadas e animais.

No Museu também podem ser vistas, oficinas líticas, que representam um importante patrimônio arqueológico da Ilha de Santa Catarina.  Além das inscrições no Santinho, abertas ao público para apreciação, existem inscrições inacessíveis para a maioria das pessoas na reserva ecológica da Ilha do Arvoredo.

Foto: Divulgação

As gravuras rupestres em baixo relevo estão em boa parte do litoral catarinense: Ilha de Porto Belo, Ilha do Arvoredo, Ponta das Canas, Ingleses, Santinho, Ilha das Aranhas, Barra da Lagoa, Galheta, Praia Mole, Joaquina, Campeche, Ilha do Campeche, Armação, Pântano do Sul, Ilha das Irmãs, Ilha do Papagaio, Pinheira, Guarda do Embaú, Garopaba e Ilha dos Corais.

Fonte: Jornal Conexão