Viagem com os amigos, muita aglomeração, muita música e curtição. Para aproveitar apenas as partes boas do Carnaval vale a atenção redobrada com situações de risco de contágio das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST). De acordo com a Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas na População Brasileira (PCAP) divulgada em janeiro, 94% dos brasileiros sabem que devem usar a camisinha para prevenir, mas mesmo assim 45% esquecem-se da camisinha na hora H.
Apenas para o período do carnaval de 2015, o Ministério da Saúde distribuirá a todos os estados 70 milhões de preservativos. “A camisinha é indispensável tanto na prática do sexo oral, vaginal ou anal, pois as DST’s são transmitidas através da relação sexual sem o uso de preservativos. Mas, se houver qualquer problema ou dúvida após algum relacionamento suspeito durante o Carnaval, eu oriento os foliões a procurarem o médico depois das festas”, reforça a Dra. Natasha Slhessarenko, patologista clínica do laboratório Cedic Cedilab.
De acordo com a especialista a Sífilis, uma das DST´s mais prevalentes, se manifesta, na forma primária como uma ferida indolor, o que dificulta o diagnóstico. A falta de um diagnóstico precoce é preocupante, principalmente, no caso de gestantes que devem ser tratadas a tempo para evitar que a criança nasça com sífilis congênita. “A sífilis é causada por uma bactéria e deve ser tratada precocemente evitando a evolução para formas mais graves. Na mulher esta doença tem um diagnóstico ainda mais difícil. Isto porque a ferida pode aparecer no interior na vagina, o que impossibilita a visualização, e por ser indolor, passa despercebida”, esclarece.
Orientação e detecção
A médica informa que a apresentação das DST´s varia conforme o agente etiológico envolvido. “De maneira geral, o paciente irá perceber feridas, verrugas e ou corrimento no pênis, vagina e ânus. Sempre que houver uma suspeita de alguma dessas alterações, o médico deverá ser procurado. O exame clínico irá definir a doença, mas em muitos casos podem ser solicitados exames laboratoriais para complementarem o diagnóstico”, explica Dra. Natasha.
Baseado na suspeita do médico pode ser solicitado diversos exames. Dentre os exames laboratoriais que a patologista clínica aconselha para a detecção de doenças sexualmente transmissíveis estão exames de sangue e culturas de secreções genitais. “Através do sangue pode-se realizar exames como o VDRL (sífilis), HIV e Hepatite B. Também pode-se coletar secreção uretral ou urina para a detecção de gonorreia, micoplasma, ureaplasma e clamídia”, conclui a médica.
A especialista reforça também a importância de que os parceiros sejam examinados, diagnosticados e tratados, com orientações de um médico quando houver a suspeita. “Essas doenças são transmitidas por relações sexuais, e muitas vezes a doença está inaparente no parceiro. Por isso é importante sempre fazer uso de preservativos”, conclui a médica.
Sobre o Cedic Cedilab
O Cedic Cedilab atua na área de medicina diagnóstica em Mato Grosso e tem como princípio a excelência no atendimento e máxima eficiência na realização de exames laboratoriais e de imagem.O Cedic Medicina Diagnóstica foi fundado em 1995 e o Cedilab Medicina Laboratorial, em 2000. A união das duas marcas tem o objetivo de oferecer as melhores soluções em exames laboratoriais e diagnóstico por imagem em um só local, garantindo conforto e conveniência ao cliente. São mais de três mil tipos de exames oferecidos em 6 unidades de atendimento em Cuiabá e Várzea Grande. Além disso, o Cedilab possui as certificações ISO 9001, de gestão de qualidade; ISO 14001, de gestão ambiental; o Programa de Acreditação de Laboratórios Clínicos (PALC); ea Proficiência em Ensaios Laboratoriais (PELM)há mais de 10 anos. O Cedic Cedilab investe constantemente em tecnologia e equipamentos de ponta e possui uma equipe médica composta por profissionais altamente capacitados. Para mais informações acesse o sitewww.cediccedilab.com.brou entre em contato com o Atendimento ao Cliente no (65) 3319-3319.


















