
Oitenta e cinco municípios de Santa Catarina são considerados infestados pelo mosquito Aedes aegypti, o que representa um aumento de 21,4% em relação ao mesmo período de 2018, de acordo com o último relatório da Diretoria de Vigilância Epidemiológica de SC (Dive-SC).
A maior parte se concentra no Oeste catarinense, primeira região do Estado a ter locais infestados. A situação é determinada pela Diretoria quando há a combinação de dois fatores: a manutenção e a disseminação dos focos do inseto.
A última estimativa da Dive-SC é de 9.627 focos em 145 municípios. João Fuck, gerente de zoonoses da Dive, explica que o aumento pode ser justificado por uma combinação de fatores:
— O verão foi muito quente e chuvoso, especialmente no litoral, onde houve também muito trânsito de turistas que podem ter trazido o mosquito consigo. Além disso, ainda falta um entendimento na população catarinense de que o Aedes aegypti já está aqui e que os cuidados são extremamente necessários.



















