Uma das quatro vítimas do atropelamento ocorrido na noite da última quinta-feira (20), na Avenida Beira-mar Norte, no centro de Florianópolis, postou vídeos em seu perfil do Facebook, onde contesta a versão do motorista que causou o acidente.
O empresário Alan Oks Sueiro, 38 anos, ainda não se apresentou à polícia, mas concedeu entrevista ao Grupo RIC nesta sexta-feira alegando legítima defesa.
No vídeo, Jhenny diz ter visto a entrevista e se mostra indignada com o fato de o autor ter dito que foi atacado por ‘bandidos’. “Segundo ele, a gente é bandido e queria roubar e bater nele, mas somos todos trabalhadores”, disse. Ela também afirma que estava com o marido e amigos na calçada quando o motorista teria subido com o carro e acelerado para cima deles, propositalmente.
“Estou aqui gravando esse vídeo e botando minha cara nesse estado porque estou falando a verdade, não estou me escondendo”, afirmou. A vítima também alega que há mais de 20 testemunhas que podem confirmar a história e pede que o caso não fique impune.
Testemunha fala sobre atropelamento
Ainda sobre o mesmo caso, a empresária Isabela Souza Vieira, que também estava na festa, disse que estava pagando o que havia consumido na festa quando viu a briga do lado de fora, entre dois homens. Ela teria esperado a briga terminar e saiu para a calçada, aguardando o manobrista trazer seu carro para poder ir embora.
“Foi aí que eu vi o Audi passando bem devagar, como se estivesse procurando algo. Ainda comentei com uma amiga porque achei estranho o carro estar sem placas. Ele deu a volta e acelerou pra cima de todo mundo, tinha umas dez pessoas ali. Eu me joguei porque vi o carro vindo, mesmo assim ele passou por cima do meu pé,que está todo dolorido. A minha amiga não foi atingida, mas várias pessoas caíram por cima dela e ela se machucou mais do que eu”, afirma Isabela.
Ainda conforme a empresária, Jhenny também era amiga da aniversariante, mas Isabela não a conhece. Isabela também não soube dizer se o motorista estava na festa, pois não conseguiu ver quem estava dirigindo. “Foi tudo muito rápido, graças a Deus não houve morte, mas poderia ter acontecido o pior”, diz


















