No Brasil, 9,4% das meninas e 12,4% dos meninos são considerados obesos, de acordo com os critérios adotados pela OMS para classificar a obesidade infantil. Isso, aliado aos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), significa que uma em cada três crianças está com peso acima do recomendado.
O diagnóstico recomendado pela OMS baseia-se na relação entre o peso encontrado e o peso ideal para a altura, no entanto, na infância a avaliação da obesidade é mais complicada devido à intensa modificação da estrutura corporal durante o crescimento da criança. O negócio é ficar de olho e sempre acompanhar com o pediatra e, se for o caso, nutricionista, além de amamentar o bebê exclusivamente até o sexto mês de vida e até os dois anos de forma complementar.
Isso é ainda mais importante quando levamos em consideração que a obesidade pode ter consequências para as crianças até a sua vida adulta, mesmo que a obesidade seja revertida nesse período. Além de doenças como diabetes, hipertensão e colesterol elevado, a baixa autoestima e depressão infelizmente são recorrentes.
Entre os fatores mais comuns que podem a causar obesidade infantil estão os genéticos, má alimentação, sedentarismo ou uma combinação dessas causas.




















