A presença de policiais e a exposição de equipamentos usados nas ações das unidades especializadas da Polícia Militar chamaram a atenção de crianças e adolescentes durante a 8ª edição da Caravana da Transformação, realizada em Barra do Garças.
Os pequenos visitantes, a maioria estudantes de escolas públicas, puderam conversar e saber detalhes do trabalho e armas do Batalhão de Operações Especiais (Bope), do Batalhão Rotam, Regimento Montado (Cavalaria) e Polícia Militar Ambiental.
Enquanto questionavam os policiais sobre a farda operacional, armas e outros equipamentos crianças e adolescentes revelaram seus sonhos. “Quero ser policial da Rotam”, declarou Victor Rodrigues da Cruz, de 10 anos, aluno da Escola Estadual São João Batista.
No diálogo que manteve com o soldado Wesley Silva de Oliveira, 23, da Rotam, Victor explicou porque quer ser policial. Não só a farda e os equipamentos usados pelos policiais encantam o estudante. “Como policial podemos combater o crime, prender as pessoas que fazem mal aos outros”, argumentou.
Mas antes de ingressar da carreira, Victor precisa convencer a resistência da mãe, que teme pela vida dele no exercício das atividades policiais. “Ela não quer, mas acho que depois vai concordar e me apoiar”, completou.
O soldado De Oliveira disse que sua história é semelhante a do estudante Victor. Desde garotinho ele tinha certeza que seria policial militar e também precisou vencer a oposição da mãe, dona Ana Lúcia.
Aprovado em concurso, há dois anos ingressou na carreira. E assim que concluiu o curso de formação de soldado candidatou-se e foi aprovado em avaliação do Batalhão Rotam. Hoje, garante, sente-se realizado.
Já a presença da cabo Lucinete Silva no estande aguçou a curiosidade das meninas. A estudante Leidy Laura Costa e Silva, 12 anos, que também quer ser policial, queria saber o peso da farda, colete, arma e outros equipamentos usados. “É pesado? Muito difícil carregar tudo isso?”
A cabo Lucinete explicou que durante a formação policial o corpo adquire resistência e se adapta às exigências das atividades policiais.
















