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Segundo estudo coronavírus no Brasil evolui de forma mais controlada

Crescimento mais lento pode estar relacionado ao fato de o país ter tomado medidas de contenção no início da epidemia

Diagnóstico laboratorial de casos suspeitos do novo coronavírus (2019-nCoV), realizado pelo Laboratório de Vírus Respiratório e do Sarampo do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), que atua como Centro de Referência Nacional em Vírus Respiratórios para o Ministério da Saúde

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De acordo com um estudo, a epidemia do novo coronavírus no Brasil estaria evoluindo de forma mais lenta e controlada do que em outros países, como Itália, Espanha, China e Estados Unidos. Os dados foram apresentados por um grupo de especialistas da PUC-RJ e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e divulgados inicialmente pelo jornal O Estado de S. Paulo.

De acordo com o trabalho, assinado por 14 profissionais, o crescimento mais lento no número de casos pode estar relacionado ao fato de o País ter tomado medidas de contenção ainda no começo da epidemia. Mas o estudo também alerta para a subnotificação e a demora na notificação na confirmação de infectados pela Covid-19.

“Embora parte deste efeito possa estar sujeito a medidas de contenção, exceto se o Brasil apresentar duas dificuldades na mensuração do total de casos, as quais serão aplicadas: ausência de uma política de teste abrangente e atraso dos resultados e notificações”.

Último balanço

O Ministério da Saúde anunciou na quarta-feira (1º) que subiu para 240 o número de mortes por causa do novo coronavírus no Brasil.

O novo balanço registrou 39 novas mortes no total e 1.119 novos casos nas últimas 24 horas. A região Sudeste tem mais da metade dos casos confirmados em território nacional, 62%. Seguida pelo Nordeste, com 15%, Sul, com 11%, Centro-Oeste, com 7%, e Norte, com 5%.

O Estado de São Paulo é o que mais sofre coma pandemia e já registra 164 óbitos e 2.981 casos confirmados.

A nova atualização do Ministério da Saúde mostra que a taxa de letalidade da doença é de % no Brasil. Um pouco superior a divulgada na segunda (30) e na terça (31), que era de 3,5%