Bem como os organizadores anunciaram ainda no final de 2016, o Rondonfolia entrou para história de Rondonópolis. Mas o fato marcante não foi a organização, estrutura e muito menos adesão de público. O carnaval da cidade ficou marcado pela confusão entre os que estavam envolvidos direta ou indiretamente.
O “olho do furacão” desse imbróglio é o famoso “dindin”. Aqueles que prestaram serviço alegavam que não receberam pelo trabalho. O Primeira Hora apurou que estes começaram a receber as pendências.
Outro grupo está à espera de ver “cor do dinheiro”. Representantes dos blocos carnavalescos que participaram da festa alegam que até o momento não foram procurados por ninguém da organização do evento.
Na expectativa de serem lembrados, os organizadores dos blocos estiveram na sessão ordinária de quarta-feira (05) da Câmara.
O objetivo era procurar intervenção do parlamento para a quitação dos débitos com os blocos.
O empresário Marcos Muvuca,represente dos blocos,falou com a reportagem sobre o assunto.
Vídeo:
Ubaldo Tolentino declarou inúmeras vezes a imprensa que depois que tomou posse não teve participação direta no evento.
De acordo releases divulgados pela organização do Rondonfolia e amplamente divulgado na imprensa local, a premiação para os blocos teria os seguintes valores:
1º colocado – R$ 4.000,00 (quatro mil reais)
2º colocado – R$ 3.000,00 (três mil reais)
3º colocado – R$ 2.000,00 (dois mil reais)
4º colocado – R$ 1.000,00 (mil reais)
5º colocado – R$ 1.000,00 (mil reais)
6º colocado –R$ 1.000,00 (mil reais)

















