Devido a proximidade da eleição da mesa diretora, a Câmara de Vereadores de Rondonópolis vive dias intensos.
As negociações pelo poder da casa de leis seguem a todo vapor. O grupo que levar a melhor fica dois anos a frente do poder legislativo e terá mais visibilidade diante da população e do executivo.
Essas vantagens políticas até podem beneficiar quem está no comando da mesa, mas nem sempre a questão é uma regra.
A última mesa diretora da Câmara não rendeu bons frutos para quatro, dos cinco nomes que estiveram a frente dos últimos dois anos do legislativo.
Lourisvaldo Manoel de Oliveira (Fulô) (PMDB), atual presidente, Olímpio Alvis (PR), vice-presidente, Dico (PROS), 2º secretário e Mauro Campos (PT), 2º vice-presidente concorreram a reeleição e não conseguiram êxito em suas campanhas. O único eleito foi Roni Magnani (PP), 1º secretário.
Magnani vai para sua segunda legislatura. O parlamentar é considerado um dos mais articulados da Câmara e agora ao lado de um grupo que já conta com 13 vereadores tenta ser o presidente da casa.
















