Preso suspeito de estuprar jovem no Metrô

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Uma jovem de 18 anos que trabalhava em uma cabine de recarga do Bilhete Único foi estuprada dentro do seu posto de trabalho, que fica na Estação República do Metrô. O caso aconteceu na última quinta-feira, mas só veio à tona nessa segunda, depois que funcionários denunciaram o caso.

Um dos suspeitos de envolvimento no estupro foi identificado e preso pela polícia na madrugada desta terça-feira. Ele foi detido quando chagava em casa, na Cohab Juscelino, zona leste da capital paulista.

Em entrevista à BandNews FM, o delegado Nico Gonçalves afirmou que o suspeito havia trabalhado por três meses na empresa que presta o serviço de bilhetagem para o Metrô e que conhecia os processos.

O crime

A vítima era contratada pela empresa Prodata, que presta o serviço de bilhetagem do Metrô. Ela se preparava para sair do trabalho, na noite de quinta-feira, quando foi abordada por dois homens. Outros dois suspeitos também teriam participado da tentativa de roubo. Eles ficaram do lado de fora, dando apoio aos comparsas.

Segundo consta no boletim de ocorrência interno do Metrô, antes de sair do quiosque ela tentou enxergar pelo olho mágico a movimentação do lado de fora. O posto onde a jovem trabalhava fica próximo da saída para o Largo do Arouche. O equipamento, no entanto, estava com defeito e ela não teria conseguido visualizar nada.

A funcionária foi abordada assim que saiu do quiosque. Ainda segundo o boletim interno, um dos homens amarrou as mãos dela com uma fita adesiva e a estuprou.

Depois do ato, ele abriu a porta do quiosque para que um comparsa entrasse. Os dois tentaram roubar o cofre e a bilheteria, mas não conseguiram.

Eles levaram os celulareas da funcionária e da empresa. Antes de sair do quiosque, eles quebraram uma câmera de monitoramento que havia no local e depois desamarraram a funcionária e disseram que ela só saísse de lá depois de 30 minutos.

Ao deixar o local, ela pediu ajuda aos seguranças do Metrô.

O que diz a empresa

Representantes da Prodata afirmam que estão prestando assistência à vítima e que a ocorrência doi registrada na Delegacia do Metrô. Segundo eles, esta foi a primeira vez que um crime desse tipo aconteceu na empresa.