A ação faz parte de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Saúde e a Superintendência de Pesca, Maricultura e Agricultura de Florianópolis. Desde o início da semana, os órgãos fazem um levantamento com patrões de rancho e pescadores de várias regiões da Ilha.
O circuito vai começar pelos ranchos dos bairros do Norte da Ilha, a partir das 8h. Além disso, caso necessário, a ação será programada para a próxima semana para atingir todos a população necessária.
Público-alvo são pescadores com mais de 50 anos
Segundo a prefeitura de Florianópolis, a vacinação visa apenas aquelas pessoas envolvidas com a safra da tainha, que ainda não tomaram a vacina e tem mais de 50 anos.
A quantidade de vacinas por rancho é limitada, de acordo com o número de pessoas que entraram em contato com o Município através da Superintendência da Pesca, Maricultura e Agricultura.
Além disso, aqueles envolvidos com a safra da tainha que ainda não estão na lista, tem mais de 50 anos e não estão vacinados contra a gripe devem primeiro entrar em contato pelo telefones (48) 99989-6196 ou (48) 99902-6762.
“A nossa expectativa é vacinar pelo menos 800 pescadores. Essa ação é importante para evitar ainda mais que esse público precise acessar o sistema de saúde, ainda mais se considerarmos que muitos deles estão no grupo de risco do novo coronavírus”, diz Gean Loureiro, Prefeito de Florianópolis.
A tradicional safra da tainha começou na última sexta-feira (1°) com a pesca artesanal em todo o estado. Em 2020, os pescadores e donos de ranchos de pesca estão tendo que se adaptar a restrições e medidas orientadas pelos órgãos de saúde. As medidas são realizadas para evitar a disseminação do vírus.
Vacinação em Florianópolis
Após superar a meta de vacinação de doentes crônicos, que era de 5.844 pessoas e vacinou 7.500, Florianópolis iniciou a 3° fase na última segunda-feira (4).
A nova fase de vacinação visa os odosos (+ 60 anos), pessoas com idade entre 55-59 anos, gestantes e puérperas (com até 45 dias pós-parto). Assim como crianças menores de 6 anos, professores, pessoas com doenças crônicas, motoristas de transporte coletivo e caminhoneiros. Além de membros das forças policiais e profissionais de saúde.