O Brasil ocupa o quintolugar norankingmundial de países produtores de leite, cadeia que mais emprega e ajuda nossa economia com4milhões de oportunidades. Elas estãonas fábricas de laticínios ou no campo. A notícia que mais chama atenção é que quase metade do leite produzidoaquisai de pequenas fazendas.
Elasforamresponsáveis pelo faturamento de R$ 27 bilhões de reais no ano passado e juntas empregam mais de um milhão de pessoas. De acordo com o Ministério da Agricultura, graças ao consumo do leite e dederivados, a produção cresceu no Brasil nos últimos anos, mas ainda precisa de mais, tendo em vista que em muitos pastos há investimentos do pecuarista e animais raros. Vacas que produzem mais de cem litros de leite por dia, por exemplo. No ano passado o mercado interno foi bem absorvido.
De janeiro a julho estiveram nas prateleiras do país mais de 130 mil toneladas de derivados do leite, o que equivale a mais de1bilhão de litrosdo produto. Hoje,há atividade leiteira em quase 99% dos municípios, com rebanho farto de 23 milhões de vacas ordenhadas. Registradas no Ministério da Agricultura há cerca de2mil indústrias processadoras com SIF (Serviço de Fiscalização Federal), sem contar as empresas quetêmo serviço de inspeção estadual ou municipal em atividade plena.Os laticínios,de acordo com o IMEA (InstitutoMato-Grossense deEconomiaAgropecuária),captam cerca de 24 bilhões de litros de leite por ano, volume maior do que o processado na Índia, maior produtor mundial.
Mato Grosso,semprecom númerosexpressivos no que se refere à exportação e produção interna,não ocupa o posto merecido,ficando em 9º lugar no país. Masnem por isso, e muito menos por falta de políticas que fortalecem a cadeia,o estado deixa de terempresas quedão exemplo e geram centenas de empregosaoinvestir no ramo, como é o caso daLacbomque,por meio daCoopnoroeste, fundada em 1975,hoje gera mais de 350 ofertasde trabalho.
Hojea empresa vende 80% do que produz para o mercado estadual e 20% para outros estados.Por isso, investir na pecuária de leiterequer estratégias para economizar eobter maior rentabilidade. Economia que começa no pasto, já na hora de alimentar o gado. Alguns ingredientes este ano estão viáveis por causa dasupersafra, como é o caso do milho. A tecnologia aliada à sustentabilidade também tem trazido retorno. NaCoopnoroeste, por exemplo,localizada em Araputanga,os veterinários aderiram um cocho para gado especial, fabricado de material reciclado. De acordo comDanilo Souza da Silva, coordenador de agropecuária daCoopnoroeste, “a atividade vem sofrendo vários impactos e tem forçado o pecuarista a buscar novas alternativas para baixar os custos. Já trabalhamos com o cocho bag há um bom tempo naregião de Araputanga.
Este tipo de cocho proporciona facilidade no manejo e um ótimo custo benefício. Hoje temos mais de 160 cochos no pasto”, afirma. Mato Grosso conta com uma empresa desde 2008 que atende essa demanda. AReciclabagfabrica este cochoemtecido 100% virgem de polipropileno e polietileno, costura reforçada e é tratado contra raios ultravioleta, seguindo a determinação da Associação Brasileira de Normas e Técnicas (ABNT).
O cocho tem conquistado pecuaristas porque temmedidas?padronizadas de 5, 10, 15 ou 20 metrose tem preço diferenciado.De acordo?com Marcelo Coutinho, sócio proprietário daReciclabag, “hoje a empresa atende?todas as regiões do Brasil pelo site?www.cochobag.com.br.“Contamos ainda com filiais e centros de distribuições que favorecemàentrega rápida e eficaz que, aliada à qualidade do produto, tem cativado clientes em todo o país”, afirma Marcelo.


















