Jardineiros, carroceiros e profissionais do setor iniciaram o processo para criação de uma associação para os profissionais do segmento. O objetivo é oferecer mais representatividade para categoria.
Estima-se que em Rondonópolis mais 1.500 estão em alguma área desse segmento. Associação nasce com grande volume de adesão, até o momento são mais 500 assinaturas.
Os associados já elegeram o primeiro desafio. Trata-se de um local exclusivo para a destinação de resíduos. “O município de Rondonópolis dispõe de ecopontos, mas estes espaços foram colocados próximos a áreas residenciais e algumas pessoas estão descartando tudo por lá, inclusive resto de alimentos e animais mortos. A questão causa transtorno para quem mora e para quem precisa do local para descarregar resíduos de árvores e derivados. Muitos não aceitam que os profissionais despejem sobras do serviço. A categoria está ficando sem alternativas”, explica o representante da associação Francis Duran.
Para tentar resolver o impasse, uma primeira reunião envolvendo as partes interessadas e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente já ocorreu. Após o encontro foi firmado um acordo em que o poder pode público comprometeu-se viabilizar mais estrutura para os locais. “A Secretaria de Meio Ambiente já solicitou a elaboração de orçamento para melhorias nos espaços. Todos serão cercados e ganharão guarita com um vigia, que vai regular a entrada de quem chega para descarregar”, explica João Fernando Copetti, secretário de Meio Ambiente.
Atualmente, quatro ecopontos estão disponíveis em Rondonópolis. Os espaços estão localizados no Jardim Ana Carla, Jardim Europa, Sagrada Família e do Jardim Ebenezer. Este último foi bloqueado pela população da região. Os moradores alegam que sem estrutura correta, alguns descartam qualquer tipo de resíduo. O local virou um pequeno lixão. “A prefeitura busca uma saída para a questão, que não cause transtorno para quem mora na região e contribua com quem precisa de uma área de descarte. As pessoas precisam entender que ecoponto não é um depósito de lixo”, frisa João Fernando.


















