O Estado de Goiás contará com mais recursos federais para a área de saúde.Nesta quarta-feira (19/10), em Goiânia (GO), o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Rogério Abdalla, assinou as portariasque liberam mais R$ 13,8 milhões por ano para serem destinadas para Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), santas casas e entidades filantrópicas que estão em funcionamento no Estado.
A garantia dos repasses para esses serviços foi possível com as medidas de gestão adotadas nos 100 primeiros dias de governo e que geraram economia de R$ 1 bilhão.
A destinação dos recursos possibilitará a habilitação de seis entidades filantrópicas, incluindo hospitais e santas casas, no valor anual de R$ 4,5 milhões; e de quatro UPAs, cujo custeio com recursos federais será de R$ 9,3 milhões por ano. Também serão enviados R$ 3,6 milhões em emendas para entidades assistenciais de saúde.
“Hoje, estamos habilitando esses serviços graças as economias feitas com esta gestão. Há otimização dos gastos e da informatização do sistema para sabermos onde a verba está sendo investida. Assim, estamos aumentando o acesso aos serviços de saúde e diminuindo os gargalos assistenciais que ainda existem”, ressaltou Rogério Abdalla.
Em todo o País, 216 entidades filantrópicas serão beneficiadas com a garantia de repasse de R$ 371,9 milhões por ano. Essas unidades são responsáveis por 43% das internações que ocorrem no País.
Também estão sendo contempladas 99 UPAs, com impacto financeiro anual de R$ 182 milhões ao orçamento do Ministério da Saúde. Serão liberados ainda R$ 141,1 milhões para o pagamento de emendas a 255 instituições prestadoras de atendimentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
De acordo com o ministro da Saúde, Ricardo Barros, os recursos vão atender serviços de saúde realizados pelo SUS e que não contavam com a contrapartida do governo federal. Os repasses foram anunciados há um mês pelo ministro e o presidente Michel Temer, como estratégia para reduzir o déficit de R$ 3,5 bilhões com 2.698 serviços, acumulado pelo Ministério da Saúde nos últimos anos.


















