Os auditores fiscais identificaram uma empresa “noteira” – que emite nota fria, sem efetivamente ter prestado serviço – supostamente contratada por uma empresa terceirizada. Essa, por sua vez, contratada pelo governo. A partir daí, foi constatado que não era um caso isolado. Duas grandes prestadoras de serviço faziam esse trâmite, que na Secretaria de Estado da Administração teria perdurado entre 2009 e 2018, e na Epagri (Empresa de Pesquisa Rural) teria ocorrido entre 2015 e 2017.





















