O Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros recebe nesta sexta-feira (15), das 7h30 às 18h, o Florestar 2017. O evento é promovido pela Associação de Reflorestadores de Mato Grosso (Arefloresta) e Serviço de Nacional de Aprendizagem Rural (Senar MT), com parceria da Sala da Mulher da Assembleia Legislativa. A inscrição é gratuita e pode ser feira pelo site www.arefloresta.org.br, mas é sugerido a doação de 3 litros de leite, que serão doados a entidades beneficentes.
O evento contará com uma programação de palestras técnico-científicas, além da apresentação de cases de sucesso e insucesso na produção de árvores. Trata-se de um evento técnico visando a transferência de tecnologias e fomento do uso da madeira de eucalipto para serraria, biomassa, arquitetura e construção civil.
A meta, de acordo com o presidente da associação, Glauber Silveira, é que o Florestar 2017 possa mostrar aos interessados como transformar o potencial local em negócios viáveis. Isso porque, apesar das condições climáticas favoráveis, do clima propício e de ter se tornado um dos mais relevantes no cenário global, o setor brasileiro de florestas ainda tem muito potencial a ser explorado.
De acordo com dados divulgados pela Associação Refloresta, com uma área de 7,8 milhões de hectares de árvores plantadas, o Brasil é responsável por 91% de toda a madeira produzida para fins industriais no país e um dos que apresentam maior potencial de contribuição para a construção de uma economia verde.
Já segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o estado de Mato Grosso se destaca como maior produtor brasileiro de grãos e o segundo maior produtor mundial de soja. Acompanhando estes números, o cultivo de eucalipto tem aumentado gradativamente, devido à restrição cada vez maior na exploração de florestas nativas e pela necessidade da utilização da madeira como biomassa na queima para secagem dos grãos.
A Associação de Reflorestadores de Mato Grosso (Arefloresta) foi criada em 12 de agosto de 2003, com a missão de fortalecer o setor de florestas plantadas de Mato Grosso. Hoje, a entidade conta com mais de 30 empresas associadas e é referência no país em questões e atividades que interferem na cadeia do reflorestamento, sugerindo e opinando em políticas públicas de investimento e fomento do setor, além de agir de forma proativa na abertura de novos mercados para produtos reflorestados.




















