A revista satírica Charlie Hebdo vai manter a edição da semana que vem. Patrick Pelloux, um dos editorialistas sobreviventes ao ataque terrorista, disse que a publicação mostrará desafiadoramente que "a estupidez não vai ganhar".
Famosa pelas charges polêmicas, a revista foi atacada depois de uma publicação sobre Maomé. Terroristas encapuzados e armados com fuzis invadiram o escritório, que fica no centro de Paris, no momento da reunião de pauta. Dez jornalistas e dois policiais morreram e outras 11 pessoas ficaram feridas.
Segundo testemunhas, os autores do ataque gritaram "vingamos o profeta" após o crime.
As buscas aos dois irmãos identificados como os autores do atentado continuam nesta quinta-feira. A última informação divulgada nesta manhã era de que os dois haviam sido localizados em uma rodovia no norte da França.
Ainda na quarta-feira, dia do crime, um terceiro suspeito procurou a polícia, mas negou envolvimento no ataque. Ele disse que se apresentou porque viu o seu nome citado como cúmplice dos dois irmãos nas redes sociais.



















