
Um banco comunitário foi criado em Santa Catarina para ajudar famílias de baixa renda da Grande Florianópolis. O projeto-piloto está sendo realizado na comunidade da Serrinha, em Florianópolis. Ao utilizar uma moeda social, famílias conseguem comprar itens básicos para se manter durante a pandemia do novo coronavírus
O primeiro banco comunitário da Grande Florianópolis chegou nas comunidades e traz esperança para quem garantia o sustento da família na informalidade e perdeu o emprego. Pedreiros, diaristas, balconistas, auxiliares, entre muitos outros que moram nas comunidades do Maciço do Morro da Cruz.
A Linha de Apoio Emergencial foi criada pelo Instituto Comunitário da Grande Florianópolis (Icom) para auxiliar famílias nas compras com alimentação e materiais de limpeza e higiene. A Casa São José, uma organização da sociedade civil que atua em comunidades, está cadastrando pequenos comércios do bairro e as famílias.
Depois de cadastradas, as famílias instalam um aplicativo no celular, “e-dinheiro”, e o comerciante do mercado faz o mesmo. Na hora de comprar, é só digitar o valor da compra e a senha e a compra é efetuada. Para quem não tem celular ou internet, é só apresentar o CPF no caixa. As famílias vão receber o equivalente a R$ 200 por mês por três meses para usar nos comércios cadastrados.
Ao menos 30 famílias estão inscritas na Serrinha e três comerciantes da comunidade que têm feito girar essa moeda social. O Icom recebeu R$ 600 mil em doações e quer ampliar o serviço para mais comunidades na Grande Florianópolis, por meio de doações. No site do banco comunitário tem detalhes sobre como apoiar e doar para o projeto.



















