Auditoria concomitante torna fiscalização mais efetiva em Pernambuco

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Para tornar a fiscalização mais efetiva, o Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) aderiu à auditoria concomitante, que acontece no memo momento em que está ocorrendo a despesa. Segundo o inspetor de Obras Públicas do TCE-PE, Gustavo Rocha Diniz, a opção de fiscalizar o ato de gestão, em tempo real, traz resultados mais significativos, pois o Tribunal deixa de fiscalizar o que já passou, a despesa que já foi gerada, e que muitas vezes, é difícil de ser ressarcida. O fiscalização no ato de gestão vai atuar no momento em que a despesa está sendo executada.

“Facilita não só o ressarcimento, porque, na verdade, a auditoria concomitante evita, de certa forma, que o dano ocorra, e, muitas vezes, quando o dano ocoreu, por exemplo, na execução de uma obra, quando ela está em andamento, ainda é possível fazer a correção tempestiva, antes que o dano se torne irreparável”, sustentou o inspetor.

De acordo com Gustavo Diniz, uma série de outos projetos do TCE-PE facilitou a ocorrência da fiscalização concomitante, como a racionalização das contas de gestão. “Nós continuamos analisando as contas de gestão, mas não é mais obrigatório formalizar o processo. Com isso, pudemos avançar na auditoria concomitante que é o que traz resultado”, avaliou.