De acordo com relato do Corpo de Bombeiros Militar, os peritos do IGP (Instituto Geral de Perícias) acredita que o cadáver estava há cerca de seis meses no local, em função da decomposição em que o corpo foi encontrado.
O acesso ao cânion foi feito a partir de uma propriedade particular, a cerca de 15 quilômetros do centro da cidade. Para o resgate, foram utilizadas técnicas de rapel em terreno com declividade de 30º e muito acidentado, dificultando o deslocamento.
Segundo os bombeiros, o cadáver encontrava-se em um riacho em meio as pedras e no seu entorno haviam alguns materiais, não sendo possível identificar a vítima. Após a remoção, o corpo foi levado ao IGP de Lages, para iniciar as investigações sobre a identidade.