O governo já deveria ter adotado racionamento de energia elétrica há mais de um ano ou, pelo menos, ter implantado campanhas de conscientização do uso racional de energia – inclusive com incentivos como descontos na conta de luz – para que a população diminua o consumo.
A análise é do especialista em energia renováveis, o professor da Unicamp Ênio Peres da Silva. Segundo ele, a medida implica em perdas políticas e por isso é adiada.
Para o especialista, no curto-prazo, a missão deve ser a redução do custo de produção das usinas térmicas – que servem como "backup", mas já trabalham na capacidade máxima.

















